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 O pecado original: A queda do homem, ou porquê um cristão não pode ser um liberal.

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MensagemAssunto: O pecado original: A queda do homem, ou porquê um cristão não pode ser um liberal.   O pecado original: A queda do homem, ou porquê um cristão não pode ser um liberal. Icon_minitimeSab Jun 15, 2013 4:09 am

O pecado original: A queda do homem, ou porquê um cristão não pode ser um liberal. 24vw



Eis que a serpente vem novamente ao homem, oferecer-lhe a maçã do liberalismo!

"Ora a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor Deus tinha feito, E esta disse à mulher: é assim que Deus disse: não comereis de toda árvore do jardim? E disse a mulher à serpente: do fruto das árvores do jardim comeremos, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais. Então a serpente disse à mulher: certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal. E vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela" (Gen 3:1-6).

A queda do homem, ou porquê um cristão não pode ser um liberal?, explicado por Santo Agostinho: "aqui temos o orgulho, porque o homem desejou estar mais sob sua própria autoridade do que sob a de Deus; e um escárnio do que é santo, ele não acreditou em Deus; é assassinato, porque ele sujeitou-se à morte; é adultério espiritual, porque a imaculada alma humana foi corrompida pela persuasão da serpente; e porque eles fizeram uso da árvore proibida; é amor pela aquisição, porque ele desejou mais do que era necessário para se satisfazer."

Saibam tantos quantos esta virem que, ainda que para alguns seja óbvio, ao homem não se pode conceder liberdade irrestricta (ou com restrição que se possa dizer a mínima possível) para fazer o que bem lhe aprouver, àquilo que lhe der na veneta. Pous se assim lhe for facultado, mais cedo do que tarde escolherá o caminho do vício, do hedonismo, do pecado, do orgulho, daquilo que apraz ao próprio umbigo. Tal condição implicaria, portanto, numa ἀνομία (anomia) generalizada, na impossibilidade de uma vida em comunidade, ou, pelo menos, na inviabilização d'uma comunidade que se queira justa, solidária e organizada para o bem comum. E assim é entregar o domínio econômico ao livre-mercado, autorregulável, às vontades e vicissitudes do empresariado que, se lhe for permitido, tudo fará exclusivamente em nome do lucro, da exploração e da expansão de seu domínio: no amor pela aquisição. O liberalismo é o Reino da Quantidade, a Torre de Babel, a Sodoma e Gomorra; é o caminho da decadência, é o caminho da degeneraçâo. Dito isso, o cristão liberal ou é um ingênuo, ou um ignorante, ou um mal-caráter. Ninguém poderia, honestamente, ser um liberal. Mas um cristão, menos ainda.

http://www.geocities.ws/padrelaureano1/Catecismo_As_consequencias_morais_da_queda.html
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MensagemAssunto: Re: O pecado original: A queda do homem, ou porquê um cristão não pode ser um liberal.   O pecado original: A queda do homem, ou porquê um cristão não pode ser um liberal. Icon_minitimeQui Jun 20, 2013 3:01 am

É oportuno observar como essa doctrina é vista no Judaí$mo. Será coincidência que o liberalismo global seja um dos grandes títeres do $ionismo, e vice-versa, neocons e liberais sejam, em geral, pró-sionistas?

Cá descreve-se essa visão ingênua ou maléfica, permissiva, que implica quase num ominoso relativismo moral:

"Se Adão e Eva pecaram, só a eles pertence a responsabilidade de sua ação má; só a eles sua queda, sua expiação, sua redenção por meio de seus esforços pessoais para reconquistar a sua nobreza. Mas nós, que viemos depois deles, que, como eles, temos sido o objeto de um ato idêntico da parte do poder criador, e que devemos, a esse título, ser de um prêmio igual ao do nosso primeiro pai aos olhos de nosso Criador, nós nascemos com a nossa pureza e a nossa inocência, das quais somos os únicos senhores, os únicos depositários, e cuja perda ou conservação não dependem absolutamente de nossa vontade, quanto das determinações de nosso livre arbítrio. Tal é, sobre esse ponto, a doutrina do Judaísmo, que não poderia nada admitir que não esteja nada conforme à nossa consciência esclarecida pela razão."

"O credo judaico não reconhece o dogma do pecado original, pois considera o homem bom e puro por natureza e livre: Deus põe em suas mãos os meios de renovar-se sempre e indica os caminhos que levam à graça: teshuvá, tefilá e tzedaká." 

http://www.riototal.com.br/comunidade-judaica/juda1e7.htm

"Em contrapartida, para os judeus não há a idéia de pecado original. A visão judaica é que os seres humanos não nascem naturalmente bons ou maus. Todo indivíduo tem inclinações boas e más, mas tem também o livre-arbítrio moral para escolher o bem, e esse livre-arbítrio moral para o bem pode ser mais poderoso do que a inclinação para o mal. Na verdade, a ética judaica traz consigo a idéia de que os seres humanos decidem por si mesmos como agir. Isso é assim porque a inclinação para o mal e a possibilidade de pecado inerente à mesma permitem que as pessoas escolham o que é bom e, assim, obtenham mérito moral. A visão judaica não é a que as pessoas estão indefesas diante do equívoco moral e dependem de terceiros para serem salvas. O judaísmo entende que os seres humanos foram dotados de recursos para que sejam capazes de optar pelo bem quando se deparam com uma situação em que há inclinações para o bem e para o mal. Assim, têm a possibilidade de aprender com os próprios erros e evoluir moralmente."

http://sionemmogi.blogspot.com.br/2011/10/moises-maimonides-e-etica-judaica.html
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